Toda ação há uma reação

Julho 23, 2008

Quero ir pra lá!

Arquivado em: Uncategorized — Tags: — andiii @ 7:08 pm

O bom senso é a coisa mais bem repartida do mundo

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 7:06 pm

Parece repetitivo falar somente em Jornalismo, mas cada vez que eu leio sobre os assuntos relacionados a ele, didáticos ou não, me apaixono cada vez mais. Agora a pouco, depois de um exaustivo dia de fechamento de edição, fiquei a ler o Manual de Redação da Folha. Em poucos minutos relembrei de coisas que vi na faculdade há uns dois anos que, talvez, por um pouco de desleixo, acabei deixando num “ cantinho” da minha memória.

Bem, mas isso tudo não interessa. O que importa é que recordei dos “ briefing”, “off the record”, “didatismo”, “cruzamento de informação”. Muito bom.

Estou até me sentindo melhor.

 

 

Julho 18, 2008

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 8:49 pm

Sábias palavras abaixo.

 

Isso basta.

Em favor do diploma

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 8:48 pm

“Talvez pudéssemos prescindir da exigência do diploma para o exercício da nossa profissão se não lidássemos com a reputação dos outros. Mas, todos os dias, quando saímos para trabalhar, já sabemos: teremos de desvendar o engano, teremos de enfrentar o logro, teremos de desmascarar as aparências. Reduzir o Jornalismo a um mero conjunto de técnicas de redação que podem ser aprendidas com a simples leitura de um manual e que, somadas a algum talento para escrever, nos transformam num profissional de Imprensa é desconsiderar a complexidade da matéria-prima do nosso ofício. A vida, com todas as suas contradições, com sua natureza caótica, nunca aparece elucidada diante de nós. É necessário dispor de ferramentas teóricas para desvendá-la. Do contrário, ela nos enganará.

A humildade intelectual é uma pré-condição para abraçar a carreira de jornalista. Admitir o Jornalismo como uma forma de conhecimento que tem suas leis específicas é outra pré-condição. Aprender Jornalismo não é só aprender a escrever bem. Aprender Jornalismo é aprender a conhecer o mundo objetivo. E conhecer o mundo em volta exige exercitar a mediação da inteligência. A humanidade ainda não concebeu espaço melhor para isso do que uma universidade. E ainda que as faculdades de Jornalismo não sejam tão boas quanto gostaríamos que fossem, um ambiente de aprendizado, num país de tantos iletrados, provavelmente produza algo bom.

A exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista não restringe o talento. Ao contrário, pode potencializá-lo dando-lhe estofo ético, e conferindo ao profissional da notícia o papel que lhe cabe: o de guardião de um bem público que pertence a toda a sociedade.”
* Marcelo Canellas, repórter da TV Globo de Brasília

 

Julho 17, 2008

O que é ser um verdadeiro Jornalista (Muitos acreditam que são)

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 11:53 am

 

Acho que algumas pessoas se rebaterão contra mim após ler este artigo, mas, por mais dura que seja, é a verdade.

Vamos começar com exemplos. Se você estivesse muito doente, você realizaria seu tratamento com um técnico em enfermagem? Acredito que não. No Jornalismo, apesar de não estar lidando com a saúde das pessoas, está mexendo com o intelectual, formando opiniões e deixando-o a par de todos os acontecimentos da atualidade.

Já sei a resposta. Você escreve demasiadamente bem e acha que isso é o suficiente. Esta é uma concepção incorreta de se fazer Jornalismo. Existem teorias (do Jornalismo, da Comunicação), bem como ênfases (de Assessoria de Imprensa e Jornalismo) as quais modificam totalmente a maneira de expor as palavras.

Quando se escreve para alguém ler, o mínimo que posso é escrever corretamente, principalmente em veículo de grande tiragem. Usar, de maneira objetiva e correta, leads, cartolas, linhas de apoio, créditos (sem falar nas vírgulas, acentos, pontos e assim por diante) é fundamental.

Escrever em jornais e revistas, com real conhecimento e não somente por “saber escrever”, é uma virtude para poucos. Deve haver preparo. Não é como escrever poesia. Jamais! È um ato que rege a intelectualidade e que precisa de concentração.

Poderia citar mil exemplos.

Mas antes que eu me esqueça: quer colocar aparelho nos dentes com a secretária do dentista?

Bem, eu também não quero ler conteúdo mal preparado (mal escrito, mal elaborado) que a mim, não acrescenta em nada.

Emprego, trabalho e serviço

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 11:41 am

Alguns dizem que ter um emprego, conseguir um serviço ou ter um trabalho é tudo a mesma coisa. Errado. Não é. Pelo menos no meu ponto de vista. O emprego, nos dias de hoje, é visto como um “ contrato entre duas partes”, onde o empregado é sujeito a uma rotina. Ele acorda, toma café, sai de casa, bate o ponto, senta em frente ao computador e, às 11h45, sai para almoçar. Retorna às 13h30, bate novamente o ponto, senta em frente ao computador, bate um papo no MSN, e, às 18h, finalmente, vai para casa.

Já o serviço é, praticamente, o oposto. O sujeito está em casa, por volta das 09h45 da manhã, dormindo. De repente, toca o telefone. O interlocutor é um homem que precisa de alguém que possa “ fazer um bico”, ou que possa se comprometer, pelo menos naquela semana, a realizar alguma atividade. Conheço várias pessoas assim. Ao término do período de contrato, na semana seguinte, às 09h45, ele continua lá, dormindo. Sem perder tempo, o pagamento deste período foi gasto em festas, bebidas, mulheres, e até, quem sabe, saldar uma conta atrasada.

Ah, mas o trabalho. Este é para quem se compromete. E afirmo com todas as certezas: não cabe a qualquer um. Ele é digno àqueles que sabem da importância de conquistar uma casa própria, um carro de passeio ou realizar uma viagem no final do ano. O verdadeiro profissional que almeja dignificar sua vida, através do trabalho duro, aquele que no outro dia levanta cansado, porque trabalhou até tarde. Que no início do mês conseguiu pagar sua contas, não deixando nenhuma para trás, e se deixou, foi porque a faculdade consome parte de sua remuneração.

Você se encaixa em qual desses substantivos?

Junho 22, 2007

Confira a avaliação de estudantes, professores e jornalistas quanto a atuação da imprensa em relação a Polícia Federal

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 7:05 pm

 

Se alguns estão satisfeitos com a atuação da imprensa em relação as ações realizadas pela Polícia Federal, outros não estão tanto assim. Muitos afirmam que são omitidos os principais fatos, tornando assim as notícias um tanto “distorcidas” e sem informar à população o real conteúdo.

Este assunto é freqüentemente debatido por estudiosos de comunicação, estudantes e pesquisadores. A atuação da imprensa já foi avaliada inúmeras vezes na mídia, como há cerca de dois anos, na TVE, quando a CPI dos Correios e do mensalão ocupavam as primeiras páginas de todos os jornais do país. O Observatório da Imprensa discutiu o papel da imprensa nas CPIs. Como tem sido a atuação dos meios de comunicação nessas situações? Qual deve ser o posicionamento da mídia? A imprensa pode ajudar com investigações próprias? A partir desses questionamentos, como podemos avaliar a atuação da imprensa em questões voltadas a Polícia Federal?

Veja na foto abaixo um estudante de Jornalismo analisando o site da Polícia Federal e a maneira que é divulgado seu conteúdo.

O professor de Redação do curso de Jornalismo, da Unisinos, Pedro Osório, afirma que a corporação está agindo da maneira que sempre foi desejado pela população. “Esse tipo de ação, em qualquer parte do mundo, é sempre mediada por interesses corporativos ou mesmo estranhos à corporação policial, mas assumidos por alguns dos seus agentes. Daí os vazamentos, algumas tentativas de autopromoção e atitudes desse tipo. A imprensa, de modo geral, tem cumprido o seu papel. Mas, me parece, tende a valorizar mais o detalhe do que o contexto. Assim, muitas vezes agenda mais a idéia ‘vejam como somos corruptos’ do que ‘vejam como estamos combatendo a corrupção’. A nação move-se para corrigir e ajustar seus mecanismos de controle e repressão à corrupção – única forma de reduzí-la -, mas a imprensa parece não perceber isso e insiste em dizer, esse país não tem jeito, vejam só quanto corruptos”, relata.

Patrícia Araújo, editora do Jornal SerraNossa, de Bento Gonçalves, avalia que, de modo geral, a imprensa busca cumprir com seu papel, que é o de informar a população sobre os fatos que estão ocorrendo, de forma idônea. “No entanto, em coberturas de fatos, sempre há diversas influências que acabam, muitas vezes, ‘prejudicando’ o trabalho da mesma. Um exemplo desse panorama é o jogo de interesses e a manipulação que permeiam as ocorrências policiais e que acabam, muitas vezes, prejudicando o trabalho dos jornalistas, visto que encobrem fatos e evidências. Claramente, percebe-se que, na maioria dos casos, o empenho dos profissionais da área jornalística para desvendar os fatos e levar a apuração dos mesmos ao público em geral’, observa.  
 A estudante do 6º semestre da faculdade de História, da Universidade de Caxias do Sul, Ligiane Müller Arnorte diz que é contra a atuação da imprensa em relação às reportagens referentes a Polícia Federal, pois a mesma transforma as matérias em sensacionalismo. “A mídia costuma mascarar os detalhes mais escusos. É claro que isso não se aplica a todos os meios, porque existem aqueles que não se vendem ao capitalismo selvagem e a elite burguesa. Da mesma forma que existem os profissionais que não se utilizam de ética, há aqueles que fazem um jornalismo sério e coerente, de acordo com a sua formação profissional. Cabe ao telespectador saber filtrar o bom da mídia”, afirma.

 

 

 

Junho 12, 2007

Inclusão digital em escolas do interior já é realidade

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 6:53 pm

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 A inclusão digital está conquistando cada vez mais seu espaço em cidades do interior, como Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Nas escolas estaduais do município, desde 1995, aproximadamente, o investimento é oriundo de variados segmentos, como das verbas do Circulo de Pais e Mestres e também com recursos da comunidade. Existe também iniciativas do Governo Federal, como o ProInfo, para promover o uso pedagógico da informática na rede pública de ensino fundamental e médio. Esse projeto funciona de forma descentralizada, sendo que em cada unidade da federação existe uma Coordenação Estadual do ProInfo, cuja atribuição principal é a de introduzir o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas da rede pública, além de articular as atividades desenvolvidas sob sua jurisdição, em especial as ações dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs). Para garantir a qualidade de ensino, existe na 16ª Coordenação Regional de Ensino (16ª CRE) de Bento Gonçalves, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE), onde os professores têm acesso à aprendizagem da informática educativa. Atualmente existem sete cursos e oficinas para formação e qualificação de professores para atuarem nos laboratórios e escolas. A partir disso, são realizados projetos de aprendizagem utilizando a informática como ferramenta pedagógica no processo de aprendizagem. De acordo com o coordenador do NTE, Alexandre Misturini, as 21 escolas estaduais do município deverão, em breve, estar informatizadas. “Hoje são apenas sete Instituições. Mas através de incentivos, procuramos, a longo prazo, equipar todas elas”, comenta. Já o diretor do Instituto Estadual de Educação Cecília Meireles, Hermes Pacheco, afirma que a escola a partir de  agosto terá dez computadores instalados à disposição dos alunos. Segundo ele, os equipamentos são essenciais para a vida moderna, os quais os alunos devem estar interados para competir na vida social. “Com o auxílio dos computadores e da internet, teríamos um vasto conteúdo de pesquisa e uma infinidade de informações. Além disso, os estudantes treinariam a digitalização’, observa.

Já a vice-diretora Odilse Grasselli Engel, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Ouro Verde comenta que cerca de dez computadores Pentium são divididos entre 210 alunos, porém estes não possuem acesso à internet. “Utilizamos o programa Ludus, oferecido pelo poder público municipal. Através dele realizamos atividades lúdicas, com o conteúdo de disciplinas de ciências, matemática e português”, diz.

A estudante da 6ª série, Líndice de Oliveira, 12 anos, comenta sobre a necessidade que o  jovem possui atualmente de estar integrado com as novidades do mundo da informática. “Se você tem cursos de informática e tem algum conhecimento sobre eles desde pequenos, a chance de arrumar um emprego bom aumenta”, relata.

Fernando Boaro, 10 anos, estudante da 3ª série da EMEF Ouro Verde diz que já realizou diversos cursos e que acessa a internet diariamente da sua casa. “No colégio faço atividades voltadas ao que aprendo em sala de aula. Em casa entre em sites de relacionamento, brinco com jogos e realizpesquisas”, relata.

A secretária de Educação do município foi procurada pela reportagem, porém, não foi possível estabelecer uma comunicação com a mesma.

Abril 24, 2007

Blog, uma nova maneira de se comunicar com o mundo

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 11:26 pm

   Com um pouco de conhecimento, cada um de nós pode tornar-se dono de um veículo de comunicação. Isso é o que afirmam os autores Ana Carmem Foschini e Roberto Romano Taddei. Relacionado a isso eles citam os blogs, ou seja, páginas da internet atualizadas regularmente por uma pessoa ou grupo. Temáticos ou não, eles podem trazer textos, imagens, áudios, vídeos, gráficos ou quaisquer arquivos multimídia. Segundo Foschini e Taddei, blogar é comunicar idéias próprias, com as recompensas e responsabilidades decorrentes, com estrutura cronológica. Os últimos escritos aparecem em primeiro lugar quando o internauta acessa o blog. “É como se um livro começasse pelo final”. afirmam. Para iniciar um blog, o internauta deve escolher um site que ofereça esse tipo de serviço. A maioria desses serviços são gratuitos e oferece recursos para você escrever, entre eles wordpress e blogspot. Neles, o público cyber tem a oportunidade de usar e editar textos, com espaço para comentários dos seus leitores. Também é possível acompanhar o índice de leitura dos blogs por meio dos rankings de acesso na internet, entre eles, o Alexa, o PubSub e o Google Rank. Os próprios blogs criam ferramentas que facilitam a troca de conteúdos e experiências para tornar mais flexível a legislação de direitos autorais e criar um meio termo entre todos os direitos reservados. Com isso, em 2001, foi criado o Creative Commons, que traz aos “blogueiros” o sitema de copyright “moderação e compromisso”, levando em conta a inovação e proteção do autor.  Para algumas pessoas, o blog é fonte de renda. Há pelo menos três formas de ser remunerado pela arte de ser um blogueiro: dar espaço a anunciantes, ser patrocinado ou receber manutenção de um blog corporitivo. Um exemplo de blog é www.jornalismoonline.wordpress.com. No endereço os alunos do curso de Jornalismo On Line, da Unisinos, tem acesso a todas atividades abordadas em aula, além de poder acessar as instruções de todos os trabalhos que deverão ser entregues durante o semestre. Outro blog é o http://www.maisumparaocaminho.blogspot.comonde o internauta criador do mesmo aborda temas pessoais, experiências e opiniões.  

WEB 2.0

Arquivado em: Uncategorized — andiii @ 10:52 pm

A Web 2.0 é um termo utilizado para descrever a segunda geração da World Wibe Web, o qual reforça o conceito de que o usuário tem o controle do conteúdo de sites e serviços pela internet. Ela não pode ser entendida como um aplicativo ou tecnologia, mas sim, como uma plataforma, onde o computador deixa de ser suporte e a internet passa a ser encarada como mídia. Isso significa que os programas passam a rodar na própria rede e que não nercessitam mais de um software instalado no computador. Vale lembrar que estes serviços são gratuitos. Um exemplo de Web 2.0 é o GMail, pois é um sistema que gerencia e-mails, na qual o usuário pode acessar suas mensagens de qualquer computador concetado à rede, ao contrário do Outlook Express, que só permitia o acesso aos e-mails do computador onde estivesse instalado. Entre os conceitos de Web 2.0 são o Ajax (JavaScript e XML assíncrono), que contém um amplo pacote de tecnologia  e é uma das ferramentas mais utilizadas pelos seus criadores. Também há os Wikies, ou seja, páginas comunitárias na internet que podem ser alteradas por todos os usuários que têm direitos de acesso. Exemplo disso é a Wikipedia, uma enciclopédia on-line escrita por leitores.

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